Eu sou o absurdo da incompatibilidade.
Uma mente vagante facilmente manipulada.
Uma ser qualquer visto de baixo.
Um nada...
Eu sou um pingo de chuva,
Sou uma folha no outono
Uma pétala na primavera.
Um poeta desalmado
Inundado de solidão.
Vasto como a morte
E tolo como a vida!
Quem sou eu?
Ninguém mais que eu mesmo
E ninguém menos que você.
Igor Santos de Matos
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