Me cansei de tanta pornografia
Me cansei de tanta ilusão
Me cansei de não ser eu mesmo
Me cansei de tentar ter paixão
Queria querer de novo o contrário do que eu quero agora
...
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Feliz demais
Á, a melancolia...
Quantas delas eu vejo agora.
Quantos beijos me beijam nesse instante
Tudo tão lindo, tão meigo, tão puro...
Em pensamentos viajantes
E vida oportuna.
Á quanta sorte que tenho
Por ter agora um amor
Por ter na vida um ardor
Aqui dentro do peito
Que palpita suavemente
Com tal presente que melhor não há.
Á quanta saudade que se foi
Do beijo que não me falta mais
Que agora me traz paz.
Ê vida linda
Que tanto me fascina
Fazendo de mim feliz demais.
Igor Santos de Matos
Quantas delas eu vejo agora.
Quantos beijos me beijam nesse instante
Tudo tão lindo, tão meigo, tão puro...
Em pensamentos viajantes
E vida oportuna.
Á quanta sorte que tenho
Por ter agora um amor
Por ter na vida um ardor
Aqui dentro do peito
Que palpita suavemente
Com tal presente que melhor não há.
Á quanta saudade que se foi
Do beijo que não me falta mais
Que agora me traz paz.
Ê vida linda
Que tanto me fascina
Fazendo de mim feliz demais.
Igor Santos de Matos
Tolice
Hoje a solidão foi tanta
Que eu não soube o que ouvir.
As palavras me fugiram da boca
E meu altar correu de mim.
Vivi o medo que temia.
Morri por crer na realidade.
Assumi sem medo o fracasso
E lutei pra ver de novo a verdade.
Só me sobrou mesmo esse verso
Pra dizer o que restou de mim.
Pra todo mundo ver como me sinto
Sendo eu tão tolo assim.
Igor Santos de Matos
Que eu não soube o que ouvir.
As palavras me fugiram da boca
E meu altar correu de mim.
Vivi o medo que temia.
Morri por crer na realidade.
Assumi sem medo o fracasso
E lutei pra ver de novo a verdade.
Só me sobrou mesmo esse verso
Pra dizer o que restou de mim.
Pra todo mundo ver como me sinto
Sendo eu tão tolo assim.
Igor Santos de Matos
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Quem sou eu?
Eu sou o absurdo da incompatibilidade.
Uma mente vagante facilmente manipulada.
Uma ser qualquer visto de baixo.
Um nada...
Eu sou um pingo de chuva,
Sou uma folha no outono
Uma pétala na primavera.
Um poeta desalmado
Inundado de solidão.
Vasto como a morte
E tolo como a vida!
Quem sou eu?
Ninguém mais que eu mesmo
E ninguém menos que você.
Igor Santos de Matos
Uma mente vagante facilmente manipulada.
Uma ser qualquer visto de baixo.
Um nada...
Eu sou um pingo de chuva,
Sou uma folha no outono
Uma pétala na primavera.
Um poeta desalmado
Inundado de solidão.
Vasto como a morte
E tolo como a vida!
Quem sou eu?
Ninguém mais que eu mesmo
E ninguém menos que você.
Igor Santos de Matos
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Nada em mim
Será só fracasso
Ou culpa por meus erros
Seria tormento
Ou raiva de mim mesmo?
Nada passa de mim agora
Nada me faz tão fraco!!!
Tudo é morte, é dor...
Tudo é sonho, é torpor!
Escrevo como um artista que esculpe sua arte
Escupindo minhas emoções num papel qualquer.
Escarrando minhas dores
E esquecendo meus amores!
Igor Santos de Matos
Ou culpa por meus erros
Seria tormento
Ou raiva de mim mesmo?
Nada passa de mim agora
Nada me faz tão fraco!!!
Tudo é morte, é dor...
Tudo é sonho, é torpor!
Escrevo como um artista que esculpe sua arte
Escupindo minhas emoções num papel qualquer.
Escarrando minhas dores
E esquecendo meus amores!
Igor Santos de Matos
Nada
E agora, o que fazer?
Nada foi bem, tudo saiu do controle.
A vida trouxe decepção
E só a poesia está ao lado.
Tudo parece desespero
Mas nada é por acaso!
Se minha vida presta ou não,
Se existe virtude ou perfeição,
Se é tudo nulo ou ilusão,
A culpa e o prolema são meus!
Mas e daí?
Sem demagogias em momentos como esse.
E pouco me importa se alguém realmente parou pra ler essa merda!
Igor Santos de Matos
Nada foi bem, tudo saiu do controle.
A vida trouxe decepção
E só a poesia está ao lado.
Tudo parece desespero
Mas nada é por acaso!
Se minha vida presta ou não,
Se existe virtude ou perfeição,
Se é tudo nulo ou ilusão,
A culpa e o prolema são meus!
Mas e daí?
Sem demagogias em momentos como esse.
E pouco me importa se alguém realmente parou pra ler essa merda!
Igor Santos de Matos
sábado, 16 de novembro de 2013
O balé do amor
A trajetória torna-se linda
Tal qual a empolgação do momento.
A vida reluz novamente
Como qualquer prazer a granel.
E o que antes me parecia o céu
Me leva totalmente ao léu.
Sendo eu assim tão bom
Tão bom em amar e mal amado.
Tão puro...
Um bailarino no balé do amor.
Um simples,
Poeta descompassado.
Mas me vejo outra vez em teus olhos
Vivo de novo em teu beijo
Soluço de tanto desejo.
Só luto pra ter-te ao meu lado
No balé descompassado
Dançar lado a lado.
O certo é que eu amei você
Na primeira chance que tive
Amei amar você
Mesmo que a ilusão celebre sua vitória
Eu sei que ainda terei
O meu dia de glória.
Igor Santos de Matos
Um café e um livro
Hoje acordei mais cedo
Disposto a organizar a vida.
Acordei pronto a escrever te imaginando lendo.
Me levantei... Djavan.
Um café, um livro,
Um carinho qualquer a granel.
O sonho de uma viúva caliente.
O cheiro do pecado exaltado em minhas mãos.
Voltarei ao café, ao livro...
Talvez a você e quem sabe?!
Talvez...
É vida que segue
É uma passo a mais que a poesia
Não é mesmo pra ser entendido.
É assim...
Meio vago de mim mesmo!
Meu café, meu livro...
Onde estão?
Igor Santos de Matos
Disposto a organizar a vida.
Acordei pronto a escrever te imaginando lendo.
Me levantei... Djavan.
Um café, um livro,
Um carinho qualquer a granel.
O sonho de uma viúva caliente.
O cheiro do pecado exaltado em minhas mãos.
Voltarei ao café, ao livro...
Talvez a você e quem sabe?!
Talvez...
É vida que segue
É uma passo a mais que a poesia
Não é mesmo pra ser entendido.
É assim...
Meio vago de mim mesmo!
Meu café, meu livro...
Onde estão?
Igor Santos de Matos
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Sonho
Um chopp de vinho?
Não...
Um pouco de carinho?
Talvez!
Um beijo por acaso?
Sorte de mais.
Me apaixonar?
Meramente incapaz!
Viver de ilusão?
Normal.
Dar vida ao coração?
Surreal.
Sonhar com a verdade?
Quem sabe...
Sair da realidade?
Não cabe!
Ouvir um poema?
Um dilema...
Falar de amor?
Uma questão!
Fingir que sofro?
Porque?
Sonhar que sou feliz?
É o que basta!
Igor Santos de Matos
Não...
Um pouco de carinho?
Talvez!
Um beijo por acaso?
Sorte de mais.
Me apaixonar?
Meramente incapaz!
Viver de ilusão?
Normal.
Dar vida ao coração?
Surreal.
Sonhar com a verdade?
Quem sabe...
Sair da realidade?
Não cabe!
Ouvir um poema?
Um dilema...
Falar de amor?
Uma questão!
Fingir que sofro?
Porque?
Sonhar que sou feliz?
É o que basta!
Igor Santos de Matos
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Não é minha culpa
Eu os culpo por meu fracasso!
Se sou do jeito que sou,
Assim, de pele suada, morena
Cabelo por cortar, feio...
Dentes e olhos tortos e feios
E tudo mais de feio que há!
Por fora e por dentro!
Este sou eu.
E eu os culpo por meus fracassos!
Ando pelos fundos e vejo novidades
Que me levam ao passado,
Como o futuro que ilumina o surgimento.
Nada é novidade
E não há mais emoção,
Nem emoções.
Tudo é vago
E nulo.
Pobre, cego e nu,
E feio.
Mas eu os cuspo por meu fracasso!
Igor Santos de Matos
Se sou do jeito que sou,
Assim, de pele suada, morena
Cabelo por cortar, feio...
Dentes e olhos tortos e feios
E tudo mais de feio que há!
Por fora e por dentro!
Este sou eu.
E eu os culpo por meus fracassos!
Ando pelos fundos e vejo novidades
Que me levam ao passado,
Como o futuro que ilumina o surgimento.
Nada é novidade
E não há mais emoção,
Nem emoções.
Tudo é vago
E nulo.
Pobre, cego e nu,
E feio.
Mas eu os cuspo por meu fracasso!
Igor Santos de Matos
terça-feira, 12 de novembro de 2013
De repente, o amor
Então eu me pergunto:
O que seria do homem sem a possibilidade de um amor?
O lado bom da vida...
Esse deve ser esperado
Porque o beijo do final feliz
Nunca vem ao acaso.
Ele é merecido.
Igor Santos de Matos
O que seria do homem sem a possibilidade de um amor?
O lado bom da vida...
Esse deve ser esperado
Porque o beijo do final feliz
Nunca vem ao acaso.
Ele é merecido.
Igor Santos de Matos
sábado, 9 de novembro de 2013
Amor...
Agora que todos já se foram
percebo que ha tempos não fazia uma poesia.
Percebo também que a vida,
como nunca antes,
é incrivelmente mais bela.
Ainda assim luto em prol da beleza imensurável da real razão de se viver!
Amo a vida simples e unicamente pelo que ela é.
Nada me surpreende,
nada me ilude nem me apaixona
como o simples e único dom da poesia.
Igor Santos de Matos
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