domingo, 22 de setembro de 2013

Poema à Quintana

Existem em nós todas as semelhanças possíveis.
Existe em mim um amor que só ele sentiu.
Vivo a vida que era dele
E dou vida à sua criação.
Trago no peito as suas marcas
E me orgulho de ser como sou.
Sou mais ele do que eu
E só um pouco do que me sobrou.
Vivo Quintana com se deve viver!
Beijo seus sentimentos
E o amo como não deveria.
Entendam como quiserem,
Mas eu sempre o amarei.
Não sei como nem por que.
Mas sei que vivo porque o amo.

Igor Santos de Matos

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