sábado, 3 de agosto de 2013

Minha bela poesia

Só mesmo a irreverência da poesia pra me feliz em dias como este!
Tudo parece vazio, sem confiança.
Tudo se faz tão nulo, com vasta amplitude de solidão.
Exercito o meu prazer num ápice de perfeição
Sendo eu tão meigo em meu desejo-ilusão!

Vejo que no final tudo vai da certo
Como sempre foi comigo.
Mas veja você que o agora me entristece
E é por essa tristeza que esperava!
Pois cada vez que a encontro, me encontro!

Então não me vejo mais só, nem infeliz
Nem triste, nem desprezado!
Me vejo útil, amigo
Contente e amparado!
Viva a minha bela poesia!


Igor Santos de Matos

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