segunda-feira, 3 de junho de 2013

Nunca mais senti o que é amar
Nunca mais me senti amado
Me prendi e me isolei
Mas o porque
Nem mesmo eu sei!

Vivo hoje de forma triste e solitária.
Quase todas as manhãs meu coração explode
E nas noites a infelicidade me acompanha
Até q eu pegue no sono
E sonhe com qualquer ilusão.

Daí insisto em levantar ao amanhecer
E morro de inveja dos amores que vejo.
Não sei onde encontrar os meus
E nem sei lutar por eles
Também não sei saber se eles existem.

Não esnobo ninguém
Por não ser da minha índole.
Não ignoro ninguém
Simples e unicamente
Por não ter ninguém.

A verdade é natural
Se meus amores existem
Sou fraco pra não enxerga-los
E pobre por não me aceitar assim
Ao ponto de ignorar as palavras deste verso!


Igor Santos de Matos 



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