quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Um amor

Acho q chegou a hora de ter um grande amigo.
Um pra levar pra vida inteira!
E um amor,
Um que eu já tenha mas ainda não conheço!
Pois bem... Chegou a hora de conhecê-la!

Igor Santos de Matos

Nenhum nem outro





Será que poeta se apaixona? 
Mas não uma paixão comum dessas que todo mundo tem!
Tô falando dessa paixão dos verdadeiros,
de uma paixão que é pra sempre,
Do tipo que só quem viveu sabe como é!

Será que poeta se apaixona?
E será mesmo q eu sou poeta pra isso
ou seria eu um diferenciado por valorizar a minha fraqueza?
Ou nenhum nem outro...
Talvez seja eu apenas uma sobrevivente da poesia!


Igor Santos de Matos

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

O que eu faço com isso?

Eu quase nunca sei o que fazer com isso.
O ato com que consumo o meu prazer
é o mesmo que me escarnece e leva
vergonha, inveja, sensação de fracasso...
E o pior é q eu quase nunca sei o que fazer com isso.

A prova de que tudo está errado
pondo a prova minha vontade de viver.
Sendo eu assim tão escarnecedor.
Matando meus filhos a cada hora ou minuto
sem nunca saber o que fazer com isso!


Igor Santos de Matos

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Verso Inacabado

Me cansei de tanta pornografia
Me cansei de tanta ilusão
Me cansei de não ser eu mesmo
Me cansei de tentar ter paixão

Queria querer de novo o contrário do que eu quero agora

...

Feliz demais

Á, a melancolia...
Quantas delas eu vejo agora.
Quantos beijos me beijam nesse instante
Tudo tão lindo, tão meigo, tão puro...
Em pensamentos viajantes
E vida oportuna.

Á quanta sorte que tenho
Por ter agora um amor
Por ter na vida um ardor
Aqui dentro do peito
Que palpita suavemente
Com tal presente que melhor não há.

Á quanta saudade que se foi
Do beijo que não me falta mais
Que agora me traz paz.
Ê vida linda
Que tanto me fascina
Fazendo de mim feliz demais.


Igor Santos de Matos

Tolice

Hoje a solidão foi tanta
Que eu não soube o que ouvir.
As palavras me fugiram da boca
E meu altar correu de mim.

Vivi o medo que temia.
Morri por crer na realidade.
Assumi sem medo o fracasso
E lutei pra ver de novo a verdade.

Só me sobrou mesmo esse verso
Pra dizer o que restou de mim.
Pra todo mundo ver como me sinto
Sendo eu tão tolo assim.


Igor Santos de Matos

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Quem sou eu?

Eu sou o absurdo da incompatibilidade.
Uma mente vagante facilmente manipulada.
Uma ser qualquer visto de baixo.
Um nada...
Eu sou um pingo de chuva,
Sou uma folha no outono
Uma pétala na primavera.

Um poeta desalmado
Inundado de solidão.
Vasto como a morte
E tolo como a vida!
Quem sou eu?
Ninguém mais que eu mesmo
E ninguém menos que você.


Igor Santos de Matos